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Concluído 'Setembro Amarelo' no IFAM Campus Itacoatiara

por Salomão Amazonas Barros publicado: 29/09/2018 19h25 última modificação: 01/10/2018 15h17

Concluindo este mês de setembro, em que se realiza nacionalmente a campanha contra o suicídio, registramos a contribuição do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas Campus Itacoatiara (IFAM CITA) diante do referido tema. Entre as ações, durante este mês, estão a decoração do ambiente, a disposição de um painel no hall do campus com mensagens de apoio à causa escritas por alunos e servidores, bem como a confecção e distribuição do símbolo da campanha: o laço de fita em cor amarela para ser utilizada como adorno no vestuário.

A equipe que esteve à frente da campanha, representada pela psicóloga do campus, Suziane Andrade, organizou ainda um encontro entre discentes e servidores do campus e participação da escola estadual Vicente Geraldo com parte de seus alunos e representantes de sua equipe pedagógica para abordarem a temática do suicídio com mais sensibilidade.

Este encontro ocorreu na tarde do último dia 19, no auditório do IFAM CITA, com uma programação em que a plateia pôde ouvir as falas de motivação dos organizadores, depoimentos de alunos que já tiveram contato mais próximo com as causas prováveis do suicídio, momento em que alguns presentes chegaram se emocionar, exposição de ilustrações de autoria dos discentes junto com suas análises acerca do tema, e sorteio de livros.

Para a psicóloga do IFAM CITA, essa ocasião é muito propícia para a reflexão e prevenção do suicídio: “Nós vivemos num momento de muita turbulência emocional em quase toda parte do mundo, o que acaba resultando naquilo que é combatido pela campanha, o suicídio. O nosso público de jovens alunos muitas vezes não tem o hábito de conversar ou dividir as suas angústias com alguém, por isso esse encontro é um local oportuno para essa conversa, para esclarecer dúvidas sobre o tema e para proporcionar a construção de laços de amizade entre eles, tudo isso visando à diminuição dos índices atuais dessa prática combatida”, explicou a psicóloga.