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Campus Tabatinga realiza ação contra o mosquito Aedes aegypti em comunidade indígena

Os alunos percorreram a comunidade para informar sobre os métodos de prevenção e controle da proliferação do mosquito
por publicado: 09/03/2016 15h54 última modificação: 09/03/2016 15h54

Dando continuidade às ações de mobilização nacional em combate ao mosquito Aedes aegypti, alunos e servidores do Campus Tabatinga do Instituto Federal do Amazonas (IFAM) realizaram na última sexta-feira (04/03), trabalho de orientação e conscientização junto à comunidade indígena Kokama Luiz Ferreira Tenazor.

Durante a ação, os alunos percorreram a comunidade para informar sobre os métodos de prevenção, além de entregarem panfletos que auxiliam no controle da proliferação do mosquito. As visitas abrangeram todas as 44 residências, habitadas por aproximadamente 279 indígenas, onde foram localizados alguns focos de propagação do Aedes aegypti.

Para o coordenador da comunidade, Zeca Kokama, "essa ação realizada pelo Instituto é muito importante, pois mostra a preocupação que a instituição tem com a sociedade de modo geral. E também serve para estreitar cada vez mais a relação entre a comunidade e o IFAM", disse.

De acordo com a coordenadora do curso técnico em Agropecuária, professora Fernanda Amarante, os estudantes tiveram a oportunidade de observar a realidade de uma comunidade indígena. "Quanto mais cedo os alunos dos cursos técnicos vivenciarem as diferentes realidades da sociedade e aprenderem buscar soluções adaptadas as essas diferenças, mais preparados para o mercado de trabalho eles estarão", ressaltou. Atualmente, o Campus Tabatinga possui alunos Kokamas matriculados nos cursos técnicos.

Em Tabatinga, a mobilização foi coordenada pelo coordenador do curso técnico em Meio Ambiente, professor Marxer Batista, pela coordenadora do curso técnico em Agropecuária, professora Fernanda Amarante e pelo enfermeiro Gonçalo Filho, junto com os discentes do 1° ano do curso técnico integrado em Meio Ambiente e alguns alunos do 2º ano.

No final da ação, ocorreu uma confraternização descontraída entre os alunos e os comunitários, em uma partida de futebol no campo da comunidade.

 

Sobre a comunidade

De acordo com informações da Agente Indígena de Saúde (AIS), Marcélia Rodrigues de Souza, a doença de maior ocorrência na comunidade é a malária e alguns poucos casos de dengue, registrado nesse ano de 2016. O controle dos vetores dessas doenças é realizado com frequência a pulverização das áreas de risco.

Para atender as demandas na área de saúde, os moradores recebem atendimento de saúde do Distrito Especial de Saúde Indígena - Alto Rio Solimões (DSEI/ARS), e da Secretaria Municipal de Saúde de Tabatinga. 

*Com informações do IFAM Campus Tabatinga

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