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ENCONTRO PRESENCIAL DO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA – FIC EM DIREITOS HUMANOS
A Pró-Reitoria de Extensão do IFAM, o Núcleo de Estudo Afro-Brasileiro e Indígena - NEABI do IFAM Campus Manaus Centro e a Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania - SEMASC realizaram dois encontros presenciais para tratar da Cooperação Técnica do CURSO FIC EM DIREITOS HUMANOS.
Sendo o primeiro no dia 05 de novembro, na SEMASC e o segundo no dia 11 de novembro, no auditório Mini 3 do IFAM Campus Maus Centro. Estavam presentes a Pró-Reitora de Extensão, profa. Maria Francisca Morais de Lima, a Subsecretária de SEMASC Maria das Graças Soares Prola, Coordenadora Geral de Ações Inclusivas, a pedagoga Aline Zorzi Schultheis de Freitas, a Coordenadora do NEABI, profa. Vilma de Jesus de Almeida Serra e os servidores da SEMASC, cursistas em Direitos Humanos.
A proposta principal foi realizar a recuperação dos 6 (seis) módulos de forma híbrida, com aulas presenciais no IFAM Campus Manaus Centro e aulas na Escola Virtual do IFAM, a fim de diminuir a evasão. Segundo a coordenadora, profa. Vilma Serra, “muitos cursistas se mostraram interessados em realizar o curso”, porém a falta de tempo e a oferta apenas forma remota na Escola Virtual do IFAM acarretou um conflito de horário de serviço e estudo com os servidores cursistas”.
Como estratégia para eficácia desta reoferta, o IFAM realizou um calendário para que os alunos possam comparecer de forma presencial ao IFAM Campus Manaus Centro para realizarem suas atividades referente ao Curso.
A primeira aula presencial ocorrerá no dia 17 de novembro de 2021, o Curso possui uma carga horária de 180 horas, divididos em 6 (seis) módulos de 30 horas cada e tem como objetivo geral desenvolver domínio dos conceitos fundamentais (filosóficos, sociológicos e legais) do campo dos Direitos Humanos, atendendo a demanda e as necessidades da Secretaria, para que aos final do curso, seus servidores ampliem suas percepções sobre a realidade social, assumindo uma postura crítica e problematizadora diante das múltiplas contradições que permeiam o tecido social, sendo capaz de atuar mais efetivamente em projetos no campo dos direitos humanos, fortaleça a postura de liderança e comprometimento, tornando-se sujeito ativo de transformação social.
Por: Vilma de Jesus de Almeida Serra